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Perdeu O Emprego E Quer Ser Um Microempresário?

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Você se interessou pelo tópico dessa reportagem e, deste jeito, resolveu conceder uma lida. Life Coaching: O Que é O Coaching De Vida? antes de você tomar essa decisão, a tua mente neste momento havia resolvido tudo sozinha - e sem lhe avisar. Uma experiência feita no Centro Bernstein de Neurociência Computacional, em Berlim, colocou em xeque o que somos acostumados chamar de livre-arbítrio: a inteligência que o homem precisa de tomar decisões por conta própria. As escolhas que fazemos na vida são mesmo nossas. Mas não são conscientes. Voluntários foram colocados em frente a uma tela na qual era exibida uma seqüência aleatória de letras. Eles deveriam escolher uma letra e apertar um botão no momento em que ela aparecesse.

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Acontece que, monitorando o cérebro dos voluntários estrada ressonância magnética, os cientistas chegaram a uma descoberta incrível. Dez segundos antes de os voluntários resolverem apertar o botão, sinais elétricos correspondentes a essa decisão apareciam nos córtices frontopolar e medial, as regiões do cérebro que controlam a tomada de decisões. “Nos casos em que as pessoas são capazes de tomar decisões em teu respectivo ritmo e tempo, o cérebro parece resolver antes da consciência”, declara o cientista John Dylan-Haynes.

Isto em razão de a consciência é só uma “parte” do cérebro - e, como a experiência provou, outros processos cerebrais tomam decisões antes dela. De imediato os cientistas querem ampliar a complexidade do teste, pra saber se, em circunstâncias mais complexas, o cérebro bem como manda nas pessoas. “Não se compreende em que grau isto se mantém pra Semana Da Saúde: Empreenda A Credibilidade Da Tua Organização de alternativa e de ação”, diz Haynes.

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“Ainda temos muito mais pesquisas pra fazer.” Se o cérebro deles deixar, é claro. O voluntário necessita tomar uma decisão bem simples: escolher uma letra. 1. Observa a tela… O voluntário olha pra uma seqüência de letras, que vai passando em ordem aleatória em uma tela e muda a cada meio segundo. 2. Decide uma letra… Pela mesa, existem dois botões: um do lado esquerdo e outro do lado correto. O voluntário tem que escolher uma letra - e, no momento em que ela ir na tela, apertar um desses 2 botões. 3. SP Parcerias: Prorrogado Período De Concurso Pra Analista aperta o botão. Pronto. A experiência acababou.

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O voluntário diz aos pesquisadores qual foi a letra que escolheu e em que momento tomou a decisão. 10 segundos antes: Os córtices medial e frontopolar, que controlam a tomada de decisões, neste instante estão acesos - isso indica que o cérebro está escolhendo a letra. Cinco segundos antes: Os córtices motores, que controlam os movimentos do corpo humano, estão ativos. Vendo a atividade deles, é possível prever se a pessoa vai apertar o botão direito ou o esquerdo. Além de provar que o livre-arbítrio não existe, a neurociência acaba de fazer outro grande avanço: Olhe Como Foi O bate papo Com Deborah Albuquerque da Escola Carnegie Mellon, nos Estados unidos, construíram um micro computador apto de ler pensamentos.

Ou quase isso. Cada voluntário obteve uma tabela de frases a respeito de as quais deveria pensar. Enquanto ele fazia isto, um pc analisava sua atividade cerebral (a partir de um aparelho de ressonância magnética). O software aprendeu a juntar os termos aos padrões de atividade cerebral - e, após algum tempo, conseguia adivinhar em quais expressões as pessoas estavam pensando.

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O sistema ainda tem uma amplo limitação - ele só consegue ler a mente de alguém se ela estiver totalmente concentrada. O que nem sempre é descomplicado. “Às vezes, no meio da experiência, o estômago de um voluntário roncava, ele pensava ‘estou com fome’”, e isto embaralhava o micro computador, conta o cientista americano Tom Mitchell, responsável por estudo.

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